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Geddel faz evento em clima de campanha

O encontro regional do PMDB, neste domingo, em Itabuna, se transformou num grande comício de campanha ao governo do Estado do ministro Geddel Vieira Lima, da Integração Nacional. No cenário verde e amarelo montado na quadra de um colégio, no centro da cidade, o barulho da charanga e dos aplausos de cerca de mil militantes e os discursos inflamados de correligionários e do próprio ministro contradiziam a afirmação dele, de que o encontro visava apenas a discutir sua pré-candidatura e as demandas das bases do partido no sul da Bahia.

O ministro não sinalizou que poderia considerar um possível apelo do presidente Lula para que volte a apoiar o governador Jaques Wagner e concorra ao Senado. “Não falo sobre hipóteses, e em minhas conversas com o presidente nunca tratamos da política na Bahia”, disse o ministro. Segundo ele, o crescimento do partido antecipou o processo de campanha eleitoral.

Geddel afirmou que não tem projeto pessoal e que, se fosse assim, seria mais confortável uma composição para se reeleger deputado federal do que ir para um embate muito difícil com Wagner. Disse que sua candidatura está posta, como alternativa para a falta de ação do governo Wagner, que nunca teria ouvido o PMDB, por isso, segundo ele, as bases pediram a construção de uma alternativa para que a Bahia avance, com um governo, a partir de 2011, “para ninguém esquecer”.

Para Geddel, “por incompetência”, o governador deixou de investir R$$ 35 milhões em segurança e agravou a crise na Polícia Civil. “Vou trabalhar com mais coragem, sem pensar nas intimidações”, disse, em alusão à investigação do Ministério Público sobre a suposta antecipação da campanha eleitoral, com a distribuição do jornal do PMDB, que elogia sua candidatura.

Saiba no jornal A TARDE desta segunda-feira o que prefeitos, vereadores e lideranças de 27 municípios regionais, inclusive representantes do PP e PSB, disseram no evento. Se for assinante da edição digital, acesse clicando aqui.

Marina põe ambiente à frente da crise e contesta discurso do PAC

A senadora e ex-ministra Marina Silva (AC) filiou-se ontem ao Partido Verde. Foi o primeiro passo para o lançamento de sua candidatura à Presidência, prevista para o início do ano que vem. Em seu discurso e na entrevista coletiva, após assinar a ficha de filiação, ela não atacou diretamente o PT - partido do qual fez parte por quase 30 anos, até anunciar a sua desfiliação, dez dias atrás - nem o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Destacou, porém, as divergências políticas que a levaram a se afastar tanto do governo quanto do petismo.

videoAssista a vídeo da fala de Marina durante sua filiação ao PV

Marina disse que, enquanto esteve à frente do Ministério do Meio Ambiente, teve divergências e discussões sérias com a ministra Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil e virtual candidata petista à Presidência, quanto aos rumos e às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - a menina dos olhos do governo. Em vários momentos não conseguiram chegar a um acordo, cabendo a Lula a palavra de desempate.

Mais tarde, já afastada do governo, ela não viu com bons olhos a forma como Lula resolveu atacar os efeitos da crise econômica mundial, estimulando a indústria automobilística sem exigir contrapartidas. Citou nesse momento o presidente americano Barack Obama, que pediu retribuições.

Para Marina, o combate à crise não poderia ter sido definido sem levar em conta a questão de sustentabilidade ambiental. "Existem hoje duas crises, uma é a econômica e a outra, uma crise ambiental sem precedentes. A segunda é mais grave. Se não resolvermos a crise ambiental, qualquer saída para a crise será uma falsa saída. Chegamos à era dos limites", afirmou.

Por fim, Marina lastimou o fato de o PT ter posto em segundo plano a bandeira ecológica, do desenvolvimento sustentável. Contou que vários companheiros tentaram demovê-la da decisão de deixar o partido. "Muitas pessoas me perguntavam: ?Por que não permanece, para o debate interno?? Aí eu vi que meu trabalho não era de convencimento, mas de atuar ao lado de quem está convencido daquilo que o mundo inteiro também já está convencido", relatou.

A senadora procurou cuidadosamente evitar que a cerimônia de filiação fosse confundida com um lançamento de sua candidatura. O vice-presidente do PV, o vereador carioca e ex-guerrilheiro Alfredo Sirkis, chegou a criticar Lula, que teria antecipado o debate eleitoral em um ano, com a apresentação do nome de Dilma como virtual sucessora. "Ele precipitou a discussão. Isso foi extremamente prejudicial para o País."

Apesar desses cuidados, o encontro de ontem, num bufê localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo, tinha o cenário e a animação de campanha eleitoral. Não faltou o grito de guerra "Marina, urgente! Marina, presidente!" nem a presença de atores globais, simpatizantes do PV e de Marina. Vitor Fasano estava na primeira fila da plateia. Cristiane Torloni ficou um pouco mais atrás.

ALIANÇAS

De acordo com o presidente nacional do PV, José Luiz Penna, o partido já articula alianças partidárias para as próximas eleições. Ele chegou a calcular em cinco minutos o prazo que a ex-ministra poderá ter no horário gratuito da TV, após a conclusão dessas articulações.

O partido está desenhando, segundo o deputado Zequinha Sarney (MA), líder do PV na Câmara, o roteiro de uma série de viagens que Marina fará por todo o Brasil a partir dos próximos dias. O programa do PV será rediscutido. A proposta deverá ficar pronta no início de 2010.

Paralelamente, começam a ser discutidas as candidaturas nos Estados. Marina deixou claro ontem que gostaria que o deputado Fernando Gabeira (RJ) concorresse a governador. O presidente do partido, porém, acha que seria preferível e mais seguro lançá-lo ao Senado.

No Rio, o titular do Meio Ambiente, Carlos Minc (PT), disse que Marina "vai qualificar o debate ambiental e exigir que todos os candidatos aprofundem a temática do desenvolvimento sustentável". Fez questão, porém, de elogiar a candidata de Lula: "Dilma foi fundamental para garantir o Fundo Amazônia."

Palmeiras inicia a pré-venda da camisa de Vagner Love, que chega nesta segunda

A segunda passagem do atacante Vagner Love pelo Palmeiras se iniciará oficialmente nesta segunda-feira com a apresentação do jogador na Academia de Futebol. E a diretoria do clube já iniciou no site oficial a pré-venda da camisa do ídolo com o número 9 e o nome do atacante que, em sua primeira passagem, disputou 66 partidas e marcou 49 gols pela equipe de Palestra Itália.

Disponível apenas no primeiro uniforme (verde), ela custa R$ 164,90 e pode ser paga de duas maneiras: parcelada em até oito vezes no cartão de crédito ou à vista, com desconto de 5%.Neste caso, o valor seria de R$ 156,66.

Vagner Love, que assinou contrato de um ano com o clube de Palestra Itália, tem tudo para estrear pelo clube na partida do próximo sábado, contra o Barueri, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

Muricy administra liderança e vê características de campeão no Palmeiras

Principal vencedor em pontos corridos no Brasileirão, Muricy Ramalho (que soma três títulos nacionais neste modelo de torneio) diz enxergar no elenco do Palmeiras "ingredientes" indispensáveis para a formação de um time campeão. O treinador argumenta que uma equipe que mira o título precisa ser valente mesmo quando perde um jogo, além de consistente em campo.








"Nosso time pode não ser brilhante, mas é consistente. Para ser campeão, às vezes ser brilhante não basta. E para bater a gente é muito difícil. Isso é importante para quem quer o título", discursa Muricy.

O Palmeiras, de fato, tem sido "encardido" mesmo quando é derrotado. Em 22 jogos neste Brasileirão, a equipe de Parque Antarctica perdeu apenas três vezes, duas delas por vantagem mínima (Coritiba 1 a 0, e Goiás 2 a 1). A maior vantagem foi de dois gols (Internacional 2 a 0).

Muricy considerou justo o empate entre São Paulo x Palmeiras, elogiando a performance do time alviverde sobretudo por atuar como visitante.

O treinador ainda minimiza a série de poucas vitórias e avalia que o momento é de administrar a liderança, independente dos resultados nas próximas rodadas. A vantagem para o vice-líder Goiás é de três pontos (41 a 38).

"O grande desafio nosso é tratar cada jogo como uma decisão. Contra o Barueri [sábado, no Parque Antarctica] será outra final. O Palmeiras precisa se manter na frente. Esse é nosso objetivo agora".

Marina tira militância católica dos braços do PT

A possível candidatura de Marina Silva à Presidência, pelo PV, deve enfraquecer o PT em um dos seus redutos mais antigos e dedicados - o das comunidades eclesiais de base, as CEBs. Desde que a senadora se desfiliou do PT, a polêmica sobre apoiá-la ou continuar na banda orquestrada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a favor da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, se espalha no meio dessas comunidades. Mas não só aí. Há uma inquietude semelhante nos movimentos de sem-terra, indígenas e, sobretudo, entre organizações que atuam na área de defesa do meio ambiente.

O caso das CEBs é dos mais significativos. Essas comunidades, organizadas em áreas pobres, com o apoio da chamada ala progressista da Igreja Católica, tiveram sua história misturada com a do PT desde que o partido se formou, há três décadas. Em todas as campanhas eleitorais de Lula as CEBs o apoiaram. Na capital paulista, os mapas eleitorais das eleições presidenciais e para o governo do Estado mostram que o PT só consegue bater o PSDB em alguns poucos bairros da zona leste da cidade - não por coincidência, os mesmos onde as CEBs são mais estruturadas.

No Belém, um desses bairros nos quais o PT ainda mostra força, Liz Mari Silva Marques, liderança das CEBs locais, disse ao Estado que o governo Lula produziu avanços significativos no terreno das causas populares, mas acabou estacionando. "Não consegue avançar em questões como reforma agrária, demarcação das terras indígenas, apoio a pequenos agricultores e, principalmente, a preservação ambiental", disse ela. "A Marina, que tem uma vida inteira dedicada aos pobres, pode fazer uma grande diferença agora. Sempre votei no PT. Mas o meu voto na próxima eleição será para ela."

Liz Mari não fala em nome da comunidade. Mas seu depoimento é indicador da mudança. Assim como o do teólogo Leonardo Boff, um dos artífices brasileiros da Teologia da Libertação, inspiradora das CEBs: ele já declarou seu apoio à candidatura da senadora.

O nome de Marina, que hoje faz parte da denominação religiosa Assembleia de Deus, mas já foi católica e militou numa comunidade de base, é respeitadíssimo no meio do clero progressista. Ela é chamada para participar de encontros de teólogos. E foi ovacionada durante o 12º Intereclesial, o mais importante evento nacional das comunidades de base, realizado em julho, em Porto Velho. O tema da reunião era justamente a questão amazônica.

Ela ainda foi aclamada em recente encontro, em Brasília, do Movimento dos Sem-Terra (MST), organização que também tem suas raízes nas CEBs.

"A Marina é uma pessoa de fé, daquelas que, como diz a Bíblia, fazem mover montanhas. Tem uma força grande quando fala, tem um testemunho de vida, o testemunho de uma sobrevivente da tragédia contra os pobres deste País", disse o padre Benedito Ferraro, encarregado de assessorar as CEBs em todo o Brasil.

Ferraro não acredita que a senadora consiga atrair a maioria dos participantes das CEBs, especialmente a gente mais simples, no meio das quais a popularidade de Lula continua em alta. Mas prevê fissuras nas lideranças.

"Tenho conversado com pessoas que, mesmo não acreditando na vitória da Marina, vão apoiá-la com o objetivo de aumentar o poder de barganha do setor popular no segundo turno da eleição", disse o padre. "É uma tentativa de trazer para o primeiro plano do debate eleitoral a questão ecológica, que ficou muito fragilizada no PT e no governo Lula, especialmente após a nomeação de Mangabeira Unger para o ministério."

Curiosamente, enquanto o presidente Lula busca associar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) à ministra Dilma, certo de que isso atrai votos para ela, no meio das comunidades tal associação exerce um efeito oposto, de rejeição. O programa é visto como causador de problemas ambientais e ameaça para comunidades ribeirinhas e indígenas.

O antropólogo Ricardo Verdun, assessor do Instituto dos Estudos Socioeconômicos (Inesc) para questões indígenas e ambientais, observou que a candidatura de Marina já entusiasma várias organizações ambientalistas. A esperança é que ela mude o foco do debate.

"Enquanto, nas propostas que apareceram até agora, o primeiro plano está sempre ocupado com propostas de geração de renda, inclusão social, obras de infraestrutura e de exploração imediata dos recursos naturais, com a promessa de mais tarde pensar na questão ambiental, ela muda o foco. Traz novas propostas de desenvolvimento, que incluem a questão indígena, o manejo sustentável das florestas e outros temas.

Silvia descobre sobre crimes de Yvone

Depois de descobrir que Yvone era a cúmplice de Mike no golpe contra Nanda, Silvia decide investigar a vida dela. Ela reencontra uma amiga dos tempos de colégio que acabou se casando com o irmão de Yvone e as duas marcam um almoço para conversar sobre a vilã.


Durante a conversa, Silvia tem um choque ao descobrir que o golpe contra Nanda não foi o único crime de Yvone. “Ela é uma estelionatária. Passou a vida dando golpes nas pessoas. E se dando bem, porque está aí uma coisa que ela sabe fazer bem: dar golpe nos outros”, conta a cunhada. Ela revela ainda que a mãe de Yvone não morreu, como a vilã havia contado para Silvia: “Morreu pra ela, se apossou da pensão da pobre e a largou num asilo”. A amiga conta também que Yvone não é médica. Silvia fica preocupada ao se lembrar que foi Yvone quem assinou o atestado de óbito de Raul.

Será que Silvia vai conseguir colocar Yvone atrás das grades? Você não pode perder essas cenas! Elas estão previstas para ir ao ar a partir da próxima quarta-feira (02/09). Fique ligado nos próximos capítulos de “Caminho das Índias”!

Entenda os costumes indianos que aparecem na novela!

Azevedo quer R$ 9 mi para tapar rombo

de Fernando Gomes e dos ex-secretários municipais José Henrique Carvalho e Jesuíno Oliveira no setor da Saúde. Em tempos de crise, a prefeitura deve enviar à Câmara, em 30 dias, um projeto autorizativo para tomar um empréstimo milionário na rede bancária.
A proposta absurda surgiu em reunião na quarta-feira, 26, no auditório de uma clínica na Beira Rio. Os R$ 9 milhões (falam até em R$ 13 milhões) seriam destinados ao pagamento dos prestadores de serviço da saúde que ficaram a ver navios em outubro do ano passado.
Foi quando o município, após várias denúncias de desvios milionárias, deixou de gerir os recursos da média e alta complexidade ao ser descredenciada da gestão plena da saúde. O dinheiro enviado pelo governo federal para a conta da prefeitura, misteriosamente, sumiu.
Em 9 de maio, no auge da epidemia de dengue em Itabuna, o secretário municipal de saúde, Antônio Vieira, desabafou para representantes do Ministério Público estadual e para o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla, sobre o “peso que carrego nas costas” (foto).
Era uma entrevista coletiva para falar da epidemia de dengue e as soluções a serem adotadas para evitar novas mortes e mais casos da doença. Vieira aproveitou e disse que não sabia o que fazer e não havia dinheiro da saúde para cobrir o rombo.
Pior: o município não tinha mais receitas da média e alta complexidade para ‘maquiar’ o prejuízo milionário herdado do governo de Fernando Gomes, do qual o atual prefeito, Azevedo (DEM), era vice-prefeito.
Rombo reconhecido
Vieira disse que encontraria uma solução e que estava acionando a Procuradoria-Geral do Município em busca de solução negociada para quitar a dívida com os prestadores. “Só a dívida com as clínicas, ultrapassa R$ 5 milhões”, revelou na coletiva.
A solução não veio e hospitais, clínicas e laboratórios pressionaram o governo. Se a solução interna não veio, sobrou para o contribuinte, que pagará pelo dinheiro desviado e, novamente para repor este dinheiro.
Além do rombo já deixado de R$ 9 milhões, o município tomará outros R$ 9 milhões (ou R$ 13 milhões), mais juros bancários e taxas. A conta não sairá por menos de R$ 20 milhões. Em outro país, desvio de verbas da Saúde resulta em cadeia. Aqui, em mais dívidas.
A solução foi proposta em reunião com participação dos secretários municipais Carlos Burgos (Fazenda), Antônio Vieira (Saúde) e Maurício Athayde (Planejamento). Eles ficaram de fazer consultas à Procuradoria-Geral e apresentar a proposta à Câmara.
Um dos presentes à reunião, o presidente da Câmara de Vereadores Clóvis Loiola, convidou os prestadores de serviço e secretários municipais a participar da sessão ordinária do Legislativo, na quarta, 2, para expor a proposta e sensibilizar os vereadores.
Dívida negada
O atual secretário de saúde, Antônio Vieira, que propõe a tomada de empréstimo, fez a denúncia do rombo e, dias depois, afirmou ao prefeito e ao governador Jaques Wagner que repórteres haviam distorcido o que ele falou. Tentou negar a existência do rombo.
Quando o secretário estadual Jorge Solla foi informado do rombo e o denunciou na imprensa, ainda na visita a Itabuna, o ex-prefeito Fernando Gomes e seu secretário de saúde e contador pessoal, Jesuíno Oliveira, negaram a existência.
No episódio, Antônio Vieira ficou calado. Houve até rumores de que teria sido ameaçado pelo ex-prefeito e o secretário de saúde. Os rumores não se comprovaram. Meses depois, Vieira aparece confirmando a existência do rombo.
Depois do reconhecimento da dívida com os prestadores e do rombo no caixa do município, Azevedo até hoje não informou se pedirá investigação sobre o destino do dinheiro.
Os recursos eram repassados pelo governo federal ao Fundo Municipal de Saúde, de onde o dinheiro deveria ter saído para quitar procedimentos prestados pela rede conveniada ao SUS. A dívida não foi quitada.

A CPMF do PMDB

Uma pergunta boa para fazer a Geddel e seus companheiros no evento do PMDB em Itabuna: eles são a favor de achacar o cidadão com a criação de uma nova CPMF, proposta pelo PMDB?

Meningite meningocócica causa mortes

em Itabuna (foto) e Ilhéus, além de deixar em alerta autoridades da área em saúde de Itacaré, um dos municípios baianos com o maior índice de incidência da doença. Em Ilhéus, das cinco mortes provocadas pelas meningites neste ano, quatro foram causadas pela meningocócica.
Em Itabuna, uma pessoa morreu após contrair a doença. Na 7ª Diretoria Regional de Saúde não foi possível saber quantos casos há das outras formas da doença e quantas mortes já causaram neste ano.
Por diversas vezes, a reportagem de A Região solicitou as informações, mas não obteve retorno. Porém, os dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) mostram que Itabuna está fora da área de alto risco de incidência da meningite meningocócica.
A incidência no município de 213.654 moradores é de 0,5. Já em Ilhéus a incidência é de 1,8 e o município registrou mais de 30 casos referentes aos diferentes tipos da doença.
No sul da Bahia, a maior incidência de meningite meningocócica foi registrada em Itacaré, que apresentou índice de 7,4 e dois casos confirmados entre os 27.174 moradores. O tipo da doença causou 30 das 87 mortes ocorridas neste ano no estado.
Durante todo o ano passado foram confirmadas 123 mortes causadas pelos tipos de meningite. Foram 441 (34%) de origem bacteriana, 659 (52%) virais e 179 (14%) não especificadas ou por outras etiologias. A meningocócica foi responsável por 26 mortes.
Sintomas
De acordo com a Sesab, a meningite é uma doença determinada pela inflamação das meninges, causada por uma multiplicidade de agentes, como bactérias, fungos, vírus e protozoários. Os principais sintomas são febre, dor de cabeça, vômitos, rigidez na nuca.
A pessoa com meningite também pode apresentar manifestações cutâneas como manchas avermelhadas na pele. Entre as meningites bacterianas, a mais grave é a causada pelo meningococo , que apresenta um quadro clínico de extrema gravidade.
Muitas vezes ela tem uma evolução fulminante, causando a morte em poucas horas. Segundo a Sesab, a meningocócica é a que tem maior importância do ponto de vista epidemiológico, por ser transmitida de pessoa a pessoa.
A transmissão se dá através das secreções nasofaringeanas, como espirro e tosse (mais frequentes a partir de portadores do que dos casos clínicos). Para que a transmissão ocorra é fundamental contato íntimo com o portador ou o doente.
Além de necessitar de tratamento para o paciente, é necessário realizar uso de medicamentos em todas as pessoas que tem contato íntimo com o doente.

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Em Ibicaraí foram iniciadas obras na entrada da cidade

Foram iniciadas ontem (17) as obras de recuperação do principal acesso à cidade de Ibicaraí, no Sul do Estado. O trecho abandonado há mais de 15 anos possui cerca de 800 metros de extensão, vai receber pavimentação asfáltica. Os serviços estão sendo executados pelo Departamento Estadual de Rodagem (Derba). A obra foi garantida a população de Ibicarai e ao prefeito Lenildo Santana (PT) pelo governador Jaques Wagner quando esteve na cidade para a inauguração do asfaltamento do trecho Ibicaraí-Floresta Azul.Lenildo, que vem lutando pela realização da obra antes mesmo de ocupar o cargo de prefeito, comemorou o início das obras. “A entrada da cidade é o nosso principal cartão postal, a nossa população vem reclamando há anos a recuperação do trecho”. O prefeito creditou o empenho para a realização da obra ao Deputado Federal Geraldo Simões.“Após a vinda do governador a nossa cidade empreendemos esforços para logo dar início às obras. Encontramos muitas resistências mas, enfim, as obras tiveram início”. O local de acesso além da pavimentação vai contar com um moderno projeto paisagístico. As obras serão realizadas pela prefeitura do município.Lenildo diz que já planeja também a pavimentação da estender os serviços a outras áreas da cidade. Segundo o secretário de infraestrutura, Janildo Marques o município vem trabalhando para estender os serviços às avenidas Otávio Monteiro e São Vicente de Paula, as principais da cidade.

Brasil é país com maior número de mortes por gripe A do mundo

SÃO PAULO - O Brasil passou hoje a ser o país de maior número de mortes causadas pelo vírus Influenza A (H1N1), conhecido como gripe suína, em números absolutos. O Ministério da Saúde confirmou que 557 pessoas morreram no País em decorrência do vírus H1N1. Com isso, superou os Estados Unidos, que registram 522 mortes em decorrência da gripe suína. A totalização do ministério cobre até o fim da semana passada, e não contabiliza dos casos anunciados pelos Estados nesta semana. Com a adição dos últimos números, o total chega a 563.

Em números relativos, no entanto, o Brasil tem a sétima maior taxa de mortalidade (de 0,29 por 100 mil), que representa o porcentual de óbitos em relação à população de cada país. A Argentina, com 439 mortes, tem a maior taxa de mortalidade, de 1,08, seguida pelo Chile (0,75), Costa Rica (0,67), Uruguai (0,65), Austrália (0,61) e Paraguai (0,61). Em número absoluto de mortes, a lista agora começa com Brasil (557 óbitos), Estados Unidos (522), Argentina (439), México (179), Austrália (132), Chile (128) e Tailândia (119).

O acréscimo no número de óbitos em relação ao último boletim, ressalta a nota emitida pelo ministério, não se refere a casos novos de pessoas que morreram no período, mas a casos que tiveram confirmação laboratorial entre 16 e 22 de agosto.

Governo cede a Estados nos royalties

Por pressão dos governadores dos Estados produtores de petróleo e das lideranças do PMDB, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), sinalizou ontem que a regulamentação do pré-sal, a ser anunciada na próxima segunda-feira, vai ter essa regra provisória de royalties.Nas conversas mantidas com Lobão na semana passada e anteontem à noite, em Vitória (ES), os governadores Sérgio Cabral (RJ) e Paulo Hartung (ES), ambos do PMDB, exigiram que os Estados produtores fiquem com 40% do que for arrecadado com royalties. A União ficaria com os outros 60% para formar um fundo e distribuir o dinheiro pelos demais Estados.Pelas regras atuais, os valores correspondem a até 5% da produção para as áreas que tiveram a exploração iniciada antes da Lei do Petróleo (Lei 9.478, de 1997), e 10% após 1997.As empresas que exploram os poços maiores e mais rentáveis pagam ainda a Participação Especial. Do total arrecadado pela Participação Especial (PE), a União fica com 50%, os Estados, com 40%, e os municípios, com 10% - é esta regra que continuará em vigor até o Congresso aprovar a lei definitiva dos royalties do pré-sal. No ano passado, as PEs arrecadaram R$ 11,7 bilhões - Estados e municípios receberam cerca de R$ 7 bilhões em royalties e R$ 5,8 bilhões em participações especiais.Um dos quatro projetos de lei da regulamentação do pré-sal vai ter um artigo que mantém a atual regra de cobrança da PE e distribuição desse royalty pelos Estados produtores. Essa foi a forma encontrada pelo Planalto para atender os governadores que temem perder receita se começar a exploração do pré-sal e o Congresso não tiver definido nem a cobrança nem o rateio dos royalties.O artigo vai funcionar como uma espécie de "disposição transitória". Se o Congresso aprovar o marco regulatório da exploração do pré-sal - que vai ser pelo modelo de partilha - e o governo começar a fazer leilões sem os parlamentares chegarem a uma definição sobre os royalties, então os Estados produtores continuarão a ser remunerados pelas regras atuais da Participação Especial, que são aplicadas em poços de grande produção.Os ministros e o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva sempre disseram, desde que foi montada a comissão do pré-sal, 13 meses atrás, que o Planalto só ia tratar da regulamentação da exploração e partilha do óleo do pré-sal, deixando totalmente de lado a questão dos royalties, por considerá-la politicamente explosiva.Com medo de desagradar ao PMDB, que tem um terço dos governadores do País e o Planalto quer como principal aliado na candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em 2010, o presidente Lula recuou e aceitou enviar ao Congresso a regulamentação com a manutenção do rateio atual. Dos nove governos peemedebistas, quatro têm litoral na província do pré-sal (RJ, ES, PR e SC)."O governo pretende distribuir royalties para todos os Estados, mas um pouco mais para aqueles que estão na boca do pré-sal, mas não quer definir os porcentuais agora", disse ontem o deputado e presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), depois de uma audiência com a ministra Dilma. Ele referia-se a Estados produtores, como Rio, São Paulo e Espírito Santo. "O governo deveria sinalizar as porcentagens para evitar uma guerra no Congresso", acrescentou.Nas conversas recentes com Cabral e Hartung, o ministro Lobão disse que somente 30% das áreas foram licitadas na forma tradicional, restando ainda 70% para licitações no novo modelo. Ao acenar para os Estados com a compensação diferenciada, "o Planalto mostra que não quer problema com os governadores", tem dito Lobão. O PMDB marcou para a próxima quarta-feira uma reunião com Lobão, onde será oficializada a posição dos partido em favor dos governadores."A relatoria dos projetos do marco regulatório cairá nas nossas mãos porque somos o maior partido. Por isso, é melhor que haja um acordo", disse o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN).

STF julga Palocci no caso do caseiro nesta quinta

Está marcado para esta quinta-feira (27), a partir das 14h, o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) do inquérito em que o ex-ministro da Fazenda e atual deputado federal Antonio Palocci (PT-SP) responde por quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa.

Segundo informações do STF, 20 das 21 acusações contra Palocci que tramitavam na Corte já foram arquivadas, sendo a maioria por falta de provas. Ele sempre negou envolvimento com as irregularidades pelas quais era investigado em processos do Supremo.O governo aguarda o resultado desse último processo. Palocci poderia assumir a pasta do ministro das Relações Institucionais, José Múcio, que será indicado para vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Mas segundo auxiliares diretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Palocci “tem o desejo de se candidatar ao governo de São Paulo” . O presidente Lula ainda tem preferência por uma candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) ao Palácio dos Bandeirantes. O governo avalia que o simples fato de Palocci ter ocupado a pasta da Fazenda não o credencia como candidato ao governo de São Paulo. “Tudo vai depender do que vai acontecer com o Palocci no STF. No nosso ponto de vista, o melhor seria uma eleição plebiscitária [entre Dilma e um candidato do PSDB]”, explicou o auxiliar de Lula. Nesse caso, seria melhor que o deputado Ciro Gomes, que tem pretensão de disputar a presidência também, concorresse o governo de São Paulo.

Segundo a assessoria de imprensa do STF, mesmo com a ausência de dois ministros, o julgamento deve ser realizado. Carlos Alberto Menezes Direito e Joaquim Barbosa cumprem licença médica e devem retornar aos trabalhos somente em setembro. Assim, nove ministros deverão participar do julgamento. Nos bastidores do STF, porém, não se descarta a possibilidade de um novo adiamento da análise caso algum dos nove ministros não compareça à sessão de quinta.

saiba mais
STF marca para junho o julgamento de Palocci por quebra do sigilo de caseiro
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Caseiro
Palocci é acusado de ter dado a ordem para que o sigilo bancário do caseiro Francenildo fosse quebrado. O deputado nega. Em fevereiro de 2008, o então procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, denunciou o ex-ministro pela quebra do sigilo, no processo que corre em segredo de Justiça. Os ministros do Supremo terão de decidir entre arquivar ou aceitar a denúncia. Se aceitarem, abrirão uma ação penal contra Palocci, que passaria à condição de réu. O relator do processo é o presidente do Supremo, Gilmar Mendes.

O ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Mattoso e o jornalista Marcelo Netto, assessor de imprensa do Ministério da Fazenda à época dos fatos, também são alvos do inquérito. Mattoso é acusado de ter entregue a Palocci o sigilo bancário de Francenildo, enquanto Netto teria passado a informação sigilosa à imprensa. Ambos negam que tenham quebrado o sigilo do caseiro. Se aceita a denúncia, ambos também passarão à condição de réus.Em setembro de 2006, a Polícia Federal concluiu que Palocci ordenou a violação do sigilo do caseiro e o indiciou pelos crimes de violação de sigilo bancário e funcional e prevaricação. Na época, ele também foi indiciado por denunciação caluniosa, sob a acusação de ter acionado o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e órgãos públicos com o objetivo de desmoralizar o caseiro. Durante depoimento que prestou na CPI dos Bingos do Congresso Nacional, em 16 de março de 2006, Francenildo afirmou que o então ministro Palocci fez várias visitas a uma mansão alugada por ex-assessores da Prefeitura de Ribeirão Preto, no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, local supostamente usado, segundo o caseiro, por lobistas. Em agosto do ano passado, Antonio Palocci não aceitou trocar o julgamento no plenário do Supremo pela suspensão do processo e o cumprimento de trabalhos comunitários como pena alternativa.
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O STF arquivou no dia 13 de fevereiro o processo em que o ex-ministro da Fazenda era investigado por suposta contratação de empresa de publicidade sem que tenha havido licitação, na época em que era prefeito de Ribeirão Preto (2001-2002). O processo foi arquivado após parecer do Ministério Público Federal, que alegou “ausência de provas contra o parlamentar”. Já em junho último, Palocci se livrou do inquérito em que era acusado pelos crimes de formação de quadrilha, peculato e falsificação de documento público, na denúncia que se referia contratos firmados pela Prefeitura de Ribeirão Preto (SP) com a empresa de coleta de lixo Leão & Leão, na época em que o petista era prefeito.

Lula repreende Mantega e exige "retomada" da Receita

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu uma bronca nesta quarta-feira no ministro da Fazenda, Guido Mantega, responsabilizando-o pela rebelião na Receita Federal, informa reportagem de Kennedy Alencar, Leandra Peres e Valdo Cruz, publicada nesta quinta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Segundo a reportagem, ele determinou que retomasse o controle do órgão rapidamente e evitasse "bate-boca" com a ex-secretária da Receita Lina Vieira. O presidente disse a Mantega que ele errou ao demitir Lina sem ter um nome para substituí-la de imediato.
Após exoneração coletiva, 31 auditores de SP e RS entregam cargosFiscalização foi desarticulada com Lina, diz Everardo MacielMantega diz que é "balela" acusação de que Receita não fiscaliza grandes empresasBase governista consegue impedir convocação de ex-assessora de LinaEntenda o caso que motivou as demissões na Receita Federal
Nas palavras de um auxiliar direto de Lula, Mantega deixou a tropa sem comando e aumentou a mágoa de Lina, surpreendida pela demissão em julho. Para o presidente, a inabilidade de Mantega resultou numa vingança contra o governo.
Depois da reunião com Lula, Mantega minimizou a crise. "A Receita está funcionando normalmente. Está se criando a ideia falsa de que há confusão", disse. Ele afirmou que nada mudou nas prioridades de fiscalização do órgão. Lina Vieira cita entre as realizações de sua gestão uma mudança no foco das auditorias.
"É uma balela dizer que não estamos fiscalizando os grandes contribuintes. Há mais de dez anos existe um programa, que foi reforçado no meu comando", disse o ministro.
Leia a reportagem completa na Folha desta quinta-feira, que já está nas bancas.

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Buerarema tem nova eleição em outubro

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) decidiu nesta terça-feira à noite a data da eleição suplementar de Buerarema. Os eleitores voltam às urnas no dia 4 de outubro para escolher o novo prefeito do município sul-baiano.
O resultado da eleição de 2008 foi anulado após o prefeito eleito, Mardes Monteiro (PT), e o vice, Antônio Brito, serem cassados no dia 14 de julho.
O TRE analisou as provas de desvio de recursos públicos e fraudes em licitações públicas no período de 6 meses em que Mardes Monteiro comandou o município, entre janeiro e julho de 2005. Os desembargadores cassaram toda a chapa.
A eleição suplementar tem, até aqui, só um pré-candidato declarado. Segundo colocado na eleição do ano passado, José Agnaldo Barreto, o Guima (PTB), já trabalha para montar a coligação.
Do lado governista, os nomes especulados são o do prefeito interino, Eudes Bonfim (PR), e do vereador João Bosco Martins (PSB), atual presidente da Câmara.

Médicos vão retirar sedação de Jackeline Petkovic nesta quarta, diz boletim

O Hospital das Clínicas de São Paulo informou que até o fim do dia desta quarta-feira (26) os médicos vão suspender os remédios que mantém a apresentadora Jackeline Petkovic sedada deste terça (25). A paciente, de 29 anos, sofreu um grave acidente de carro e respira com a ajuda de aparelhos. De acordo com boletim do HC, “nas próximas horas, ela será extubada (os médicos vão retirar os tubos do respirador) e terá a medicação sedativa suspensa”. Ainda de acordo com a assessoria de imprensa do hospital, Jackeline será submetida a uma ressonância magnética na cabeça e a outros exames que a equipe médica achar necessários. “A ressonância é para saber por que ela teve convulsões”, contou na tarde desta quarta o engenheiro Guilherme Jorge Petkovic, de 56 anos. Ele disse estar sem muitas notícias da filha e pretende visitá-la no início da noite.
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Produtor diz que apresentadora se acidentou quando levava filho para escola
Jackeline Petkovic respira com ajuda de aparelhos, diz hospital
Apresentadora sofre acidente no Rodoanel
Pela manhã, o engenheiro contou que a apresentadora bateu a cabeça e sofreu um corte interno na boca durante o acidente. Uma primeira tomografia, segundo ele, não mostrou lesões no crânio. O carro onde estava a apresentadora colidiu com uma carreta na manhã de terça no km 19 do Rodoanel Mário Covas, na altura de Osasco, na Grande São Paulo, segundo a Polícia Rodoviária Estadual. Ela perdeu o controle do veículo e bateu lateralmente com outros dois automóveis. Jackeline foi levada para o hospital, onde chegou inconsciente, pelo helicóptero Águia, da Polícia Militar. Segundo o pai de Jackeline, ele está fisicamente bem, apresentando apenas reflexos da batida na cabeça e alguns arranhões pelo corpo. “Ela parece um anjinho na cama”, contou o engenheiro na manhã desta quarta. “Quando eu e a mãe dela estivemos lá ontem, apesar de sedada, ela percebeu nossa presença e começou a chorar. Tivemos que nos retirar do quarto porque a emoção é muito forte”.

Carreira
Jackeline ficou conhecida no programa “Fantasia”, do SBT, onde fez sua estreia na década de 90. Ela também apresentou um programa voltado ao público infantil na emissora. Como atriz, participou do filme “Didi, o Cupido Trapalhão”, lançado em 2003. Atualmente, ela apresenta um programa independente na TV Alphaville. De acordo com Roberto Stoliar, diretor da TV, Jackeline é responsável desde o começo de agosto pelo programa “Espaço Interno”, sobre decoração.

Após mais de dois meses, Anatel libera vendas do Speedy

O conselho-diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou nesta quarta-feira (26) a retomada das vendas do Speedy, serviço de banda larga da Telefônica, proibidas desde 22 de junho deste ano. A decisão saiu após reunião do colegiado realizada hoje, em Brasília.

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Há cerca de um mês, a operadora apresentou a membros da Agência a conclusão do plano de estabilização de sua rede e se disse tecnicamente apta a retomar a oferta do serviço. A paralisação das vendas do Speedy deve gerar um impacto negativo importante nos resultados da Telefônica no terceiro trimestre. Há duas semanas, o sindicato das empresas instaladoras de redes de telecomunicações (Sinstal) e a Associação Brasileira de Pequenos Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrappit) alertaram que empresas representadas por eles poderiam começar a demitir funcionários caso a proibição das vendas persistisse. O apelo conseguiu comover o governo, que, por meio do ministro das Comunicações, Hélio Costa, chegou a manifestar "preocupação social" com possibilidade de demissões no setor.

Mais 24 auditores da Receita Federal em São Paulo pedem exoneração

Vinte e quatro auditores fiscais da superintendência da Receita Federal em São Paulo que ocupavam cargos de confiança pediram exoneração nesta quarta-feira (26), segundo informações da Unafisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil). Entre eles está Clair Hickman, responsável pela fiscalização do setor bancário no Estado.
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Reestruturação da Receita deve levar três meses, diz presidente da UnafiscoOntem, cerca de 30 auditores de São Paulo sinalizaram que pediriam o afastamento. As novas exonerações se somam à onda de demissões na Receita desde que a ex-secretária Lina Vieira foi demitida em julho deste ano. No começo desta semana, 12 integrantes da cúpula do fisco pediram exoneração, em resposta ao que eles classificam de ingerência política no órgão comandado pelo ministro Guido Mantega (Fazenda). O novo secretário da Receita, Otacílio Dantas Cartaxo, negou ingerência em entrevista coletiva ontem.Lina Vieira foi demitida por Mantega depois que a Receita divulgou comunicado classificando como irregular a transação feita pela Petrobras. Lina voltou a ocupar as manchetes depois de conceder entrevista ao jornal Folha de S.Paulo em que confirmava um encontro particular que tinha tido com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Na reunião, a ministra teria pedido agilidade nas investigações de empresas ligadas à família Sarney. Dilma Rousseff nega que o encontro tenha ocorrido. Todos os 12 integrantes da cúpula que pediram exoneração foram indicados por Lina Vieira. Entre eles está Iraneth Weiler, que confirmou o relato de sua ex-chefe sobre um encontro reservado com Erenice Guerra, assessora de Dilma.Em efeito cascata, cerca de 60 pessoas em postos de chefia, distribuídas em 5 das 10 superintendências regionais, avisaram seus superiores que deixariam suas funções.Nesta quarta-feira, o ministro Guido Mantega disse que a fiscalização da Receita Federal funciona normalmente em todo o país. "É uma balela dizer que não estamos fiscalizando os grandes contribuintes. Há mais de dez anos existe um programa de fiscalização, que foi reforçado no meu comando", afirmou Mantega.

Torcida fica dividida em pagar R$ 100 para ver a Seleção Brasileira

A torcida baiana está dividida. Se por um lado, a vontade de ver de perto a Seleção Brasileira, cinco vezes campeã mundial, é imensa e faz com que muitos soteropolitanos contem os dias que faltam para o jogo contra o Chile, pelas eliminatórias da Copa do Mundo, no próximo dia 9, por outro, muitos já se sentem frustrados por ficarem de fora da festa por causa dos preços dos ingressos, que começarão a ser vendidos no próximo domingo (dia 30) e terão o menor preço de 100 reais, sem contar a meia-entrada.
O comerciante Marcelo Pena faz parte do time dos ansiosos. “Esse é o grande evento do ano. Sou doido pelo Vitória, mas nunca tive a chance de ver tanto craque junto quanto em um jogo da Seleção. Por isso, domingo vou tentar comprar logo a minha entrada”, disse.
Já o vendedor Gustavo Sales deve assistir à partida apenas pela televisão. “Quando soube que iria ter esse jogo aqui, eu fiquei contente, mas por causa da folia, mas quando soube dos preços, já decidi que vou ficar no sofá. Cem reais, eu só pagaria para ver Zico, Sócrates e Falcão juntos, e olhe lá”, disse o torcedor.
O espírito saudosista de Gustavo não encontrou eco entre os outros entrevistados, que se dizem felizes e entusiasmados com a Seleção de Dunga e divergem apenas com relação à condição ou não de desembolsar 100 ou 50 reais para assistir a um jogo de futebol. O estudante Jorge Mendes gostaria muito de ir a Pituaçu, mas ainda não sabe se vai poder marcar presença. “Eu tenho carteira de meia, mas acho que vai ser difícil conseguir comprar o ingresso. Se eu não conseguir, não pago 100 reais, não”, disse Jorge. Também estudante, Magno Dias diz que vem se preparando há muito tempo para o jogo. “Só tenho medo de não conseguir comprar. Vou tentar pegar meia, se não conseguir, compro inteira. Já vinha separando o dinheiro da mesada desde que eu soube que o Brasil iria jogar aqui. Achei 100 reais caro, mas pensei que fosse ser até mais”, diz. Cronistas – A unanimidade também não foi alcançada entre os quatro cronistas desportivos entrevistados por A TARDE. Edson Almeida acha que a ocasião justifica os preços elevados. “Acho que os preços estão dentro dos conformes por ser uma programação especial, com a Seleção voltando a realizar em Salvador uma competição oficial depois de 20 anos”. Seu pensamento é compartilhado por Ruy Botelho, que acha que os 100 reais serão bem investidos por quem decidir ir ao jogo. “O preço diferenciado, e caro para a nossa região, faz parte do esforço que o torcedor vai fazer para incluir o evento no seu currículo esportivo. Em Salvador, quando recebemos um espetáculo dessa magnitude, evidentemente os preços não podem ser os mesmos cobrados no futebol regional e até mesmo no Campeonato Brasileiro”, disse o cronista que ainda comparou o gasto para ver a apresentação do Cirque du soleil na cidade. Por outro lado, Eliseu Godói, que foi jogador profissional, considera os preços muito altos e acredita que uma boa saída seria colocar os ingressos para as cadeiras especiais ainda mais caros, para poder baratear as entradas para outros setores. “Como é que o cara que trabalha vai tirar 100 reais para ir para o jogo? E quem tem carteira não tem dinheiro para pagar 50 reais. Qual é o estudante que tem condições de pagar 50 reais? E quem tem 50 reais não tem carteira. Mesmo assim, é capaz de encher porque a Seleção vem aqui uma vez na vida e outra na morte e o pessoal vai fazer tudo para ir ao jogo”. Antônio Pastori é outro que não concorda com os preços. “O que observo nesses jogos aqui é que a Seleção está cada vez mais distante do povo. Você não vê um espelho do povo que gosta do futebol na arquibancada”, diz.

Risco de pelo menos um clube carioca cair é de 97%, garante matemático

Não bastasse o jejum de três rodadas sem vencer no Campeonato Brasileiro, os clubes cariocas passarão a disputar a competição com a calculadora na mão. Isso porque o risco de pelo menos um time do Rio de Janeiro cair para a Série B neste ano é de 97%. Individualmente, o Fluminense lidera a “briga”, com 90%, seguido por Botafogo (43%) e Flamengo (17%) (assista ao vídeo ao lado sobre a situação dos clubes cariocas).
De acordo com o matemático Tristão Garcia, o Tricolor das Laranjeiras precisa apresentar "aproveitamento de ponta" se quiser escapar da degola. Faltando 17 jogos para terminar a competição, terá de fazer uma campanha parecida com a dos primeiro e segundo colocados Palmeiras e Goiás- que acumulam 63% e 60% de rendimento, respectivamente. - O Fluminense terá 17 finais pela frente. Cada jogo deve ser encarado como o último. Para não ser rebaixado, este time precisa ganhar nove partidas e empatar quatro. O que dá 31 pontos em 51 disputados – analisou.


O risco de apenas um clube carioca cair é de 48%. Enquanto a possibilidade de dois arquirrivais se afogarem de mãos dadas é de 46%. Sem falar que a combinação de Botafogo, Flamengo e Fluminense terminarem na zona de degola não está descartada - atualmente está 3%. - O caminho do Botafogo é o menos complicado dos três. Este time tem um jogo a menos e realizará 11 dos 18 confrontos em casa. Já a maratona mais difícil é a do Flamengo, que fará nove jogos no Rio (considerando o duelo com o Glorioso no Engenhão) e oito fora – destacou Tristão Garcia, levando em consideração o fator campo e não a posição (e o aproveitamento) de cada um até o momento na competição. De acordo com o matemático, apenas o Sport está em situação pior que a do Fluminense no Campeonato Brasileiro. O clube pernambucano acumula risco de 93% de queda para a Série B em 2010. Quer dizer, a equipe do técnico Renato Gaúcho deve priorizar alguns duelos na competição. Com isso, não pode abrir mão de pontos contra cinco times que também estão em situações parecidas. - Além de vencer Náutico e Botafogo no Rio, o Fluminense precisa tirar pontos de Coritiba, Santo André e Sport fora de casa para continuar dependendo apenas de suas próprias forças. O pensamento agora é o de que o Tricolor terá de passar quatro concorrentes para trás. E este quinteto também está ameaçado de rebaixamento - alertou. Fio de esperança tendo o Grêmio como exemplo Se serve de alento, Tristão Garcia lembra que o Grêmio chegou a ter 94% de risco de ser rebaixado no Campeonato Brasileiro de 2003. No entanto, o time do então técnico Adilson Batista conseguiu reagir nos 13 jogos finais e escapou da degola. - A equipe estava com 26 pontos em 33 jogos. Mas depois de uma derrota para o São Paulo por 3 a 1 no Morumbi, o Grêmio reagiu e terminou a competição com 50 pontos (um acima do Fortaleza, clube rebaixado junto com o Bahia com 46) - recordou. Nas contas de Tristão Garcia, Sport (93%), Fluminense (90%), Náutico (50%) e Botafogo (43%) são os clubes mais cotados para disputarem a Série B do ano que vem.

Sarney ignora crise e discute com Suplicy por interrompê-lo;

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), trocou farpas nesta segunda-feira com o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) no plenário da Casa, depois que o petista lhe cobrou explicações sobre a crise política que atinge a instituição. Sarney discursou no plenário do Senado por mais de meia hora sobre o escritor Euclides da Cunha sem mencionar a crise, mas foi obrigado a falar sobre as denúncias ao ser questionado pelo petista sobre sua declaração de que não pode ser responsabilizado pelas denúncias que atingem a Casa.
"Quando Vossa Excelência observou que não cometeu qualquer falta, que não sente culpa de coisa alguma, ora presidente Sarney. Há ocasiões que, se erros cometemos, é importante reconhecermos. Se Vossa Excelência não se deu conta que alguns procedimentos não foram adequados, seria importante ouvir seus companheiros no Senado sobre algumas coisas que muitos de nós não consideramos o mais adequado e gostaríamos de transmitir isso a Vossa Excelência. O reconhecimento dos próprios erros também é importante", afirmou.
O petista mencionou o fato de Sarney ter afirmado, na semana passada, que não se sente responsável por nenhuma das 11 acusações que resultaram em processos arquivados pelo Conselho de Ética do Senado --todas denúncias e representações contra o peemedebista.
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Irritado, Sarney disse que Suplicy foi deselegante ao aproveitar um comentário em seu discurso sobre Euclides da Cunha para falar da crise no Senado. Na opinião de Sarney, Suplicy não poderia ter usado um "aparte" em seu discurso sobre o escritor para tocar no assunto "crise".
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"Vossa Excelência coloca neste gesto um gesto que não é de Vossa Excelência. A não ser que tenha sido tomado por paixão política para que tenha desrespeitado as regras da educação e convivência parlamentar. Eu coloquei todas as acusações feitas à minha presidência do Senado. Se Vossa Excelência tiver alguma a apontar, coloque se é da minha primeira presidência, da segunda. Se naquela época não protestou, qual tomamos nos últimos cinco meses se não corrigir o Senado? Mas não quero arranhar a memória de Euclides da Cunha", afirmou.
Suplicy disse, ainda, que foi cobrado por eleitores a discursar no Senado para pedir novas explicações do presidente da Casa. O petista havia se programado para discursar, mas aproveitou a presença de Sarney no plenário para criticar o peemedebista.
"A situação do Senado não está tranquila, não está resolvida. As pessoas desejam um esclarecimento mais cabal que as dúvidas sobre os conteúdos das representações sejam dirimidas. Eu ouvi discursos de Vossa Excelência, fiquei com muitas dúvidas, gostaria de vê-las esclarecidas", afirmou o petista.
Operação abafa
Logo após a intervenção de Suplicy, Sarney encerrou o seu discurso para evitar novas críticas. O presidente do Senado discursou por mais de meia hora sobre Euclides da Cunha na a tentativa de mostrar que a Casa encerrou a crise política que atinge a instituição há seis meses. Antes do aparte de Suplicy, Sarney não havia mencionado a crise em nenhum momento do discurso.
Foi a primeira vez desde que o Conselho de Ética arquivou os 11 processos contra o peemedebista que Sarney ocupou a tribuna para discursar --sobre um tema não relacionado às denúncias que atingem a instituição e a sua própria imagem desde fevereiro.
Sarney discursou para um plenário esvaziado, como ocorre tradicionalmente às segundas-feiras na Casa. Apenas cinco senadores acompanharam o discurso do presidente do Senado: Suplicy, Mão Santa (PMDB-PI), Mozarildo Cavancalti (PTB-RR), Geraldo Mesquita (PMDB-AC) e Roberto Cavalcanti (PRB-PB). O petista foi o único a mencionar as acusações contra Sarney.

Governo se prepara para impedir que Dilma vá à CCJ

BRASÍLIA - Depois de enterrar 11 ações por falta de decoro parlamentar contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a tropa de choque do governo vai ficar esta semana de prontidão para impedir que a oposição aprove o comparecimento da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A estratégia do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), é manter o quorum alto na CCJ, impedindo que a oposição manobre e aprove a convocação de Dilma.

"O líder Jucá mandou uma convocação por e-mail para todos os peemedebistas da CCJ, a fim de que eles estejam no plenário da comissão para que não sejam aprovadas matérias fora do interesse do PMDB", afirmou ontem o presidente da CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO). "Mas como todos vão estar lá, não pretendo pôr para votar os requerimentos de convocação e convite da Dilma Rousseff", disse ontem o democrata. "Para votar depende de mim. Sou eu que decido se ponho na pauta de votação ou não."

Há duas semanas, a oposição fez uma manobra para aprovar requerimento de comparecimento da ex-secretária da Receita Lina Vieira para depor na CCJ. Lina participou de audiência na terça-feira passada, na Comissão, quando reafirmou ter sido pressionada por Dilma para agilizar a investigação do Fisco sobre as empresas de Fernando Sarney, filho do presidente Sarney. No dia seguinte ao depoimento de Lina Vieira foi a vez de o líder Jucá fazer uma manobra para tentar inviabilizar definitivamente o comparecimento de Dilma na CCJ.

Com o plenário da CCJ lotado, Jucá apresentou dois requerimentos: um com a convocação da ministra e outro com o convite para que Dilma fosse à comissão. A ideia do governo era derrubar os dois requerimentos na CCJ e, dessa forma, impedir que a oposição voltasse a propor a convocação ou convite para a ministra Dilma. Pelo regimento do Senado, o pedido para a convocação ou convite de Dilma para falar sobre o imbróglio com Lina Vieira não poderia mais ser alvo de requerimento, caso os dois requerimentos fossem rejeitados pela oposição. Diante do golpe do governo, Demóstenes Torres suspendeu a sessão abruptamente, evitando a derrubada dos dois requerimentos.

Torres adiantou ontem que só vai pôr os requerimentos em votação quando o plenário da comissão estiver vazio, sem a presença dos governistas. Esta é a única chance dos requerimentos serem aprovados. Há duas semanas, o requerimento com o convite para Lina Vieira depor foi aprovado em uma sessão esvaziada da CCJ. O presidente da Comissão reconheceu que dificilmente a manobra para convocar Dilma Rousseff dará certo esta semana. Motivo: o governo está alerta e a ordem para os aliados é não deixar o plenário da Comissão enquanto houver votações.

IMAGENS

Em outra frente, o DEM anunciou que vai pedir ao Ministério Público Federal a abertura de investigação para apurar a conduta do ministro chefe do gabinete de Segurança Institucional, general Jorge Félix, no caso da suposta visita da ex-secretária Lina Vieira à ministra Dilma, em dezembro de 2008. O gabinete informou que não há mais imagens de autoridades e carros que estiveram no Palácio do Planalto no fim do ano passado.

Passada uma semana da absolvição de Sarney, a oposição estuda tentar ainda ressuscitar as 11 ações por falta de decoro parlamentar contra o presidente do Senado. Demóstenes Torres informou ontem que os oposicionistas vão se reunir amanhã para decidir se recorrem ou não ao Supremo Tribunal Federal (STF) da decisão da segunda vice-presidente do Senado, Serys Slhessarenko (PT-MT), que considerou "incabível" o pedido para que as representações contra Sarney fossem desarquivadas em votação pelo plenário da Casa. Apresentado pelo Psol, o recurso que teve o apoio de 11 senadores, filiados a sete partidos.

''Nenhum candidato poderá prescindir da internet em 2010''

Para o governador, a legislação eleitoral brasileira ainda é muito restritiva em relação a campanhas na web
São duas horas da madrugada. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), deixa de lado os jornais, liga o aparelho de som e espera o sono vir com os Beatles ao fundo. A cena da intimidade de um dos possíveis candidatos à Presidência da República em 2010 foi registrada por ele mesmo em seu microblog na rede Twitter. "Vim dormir. Ia ler o clipping da imprensa da semana, mas desisti. Preferi ouvir o Abbey Road inteiro dos Beatles e zapear na TV sem som", escreveu na noite de 13 de julho.Serra é hoje o mais popular político do Twitter, com 71 mil seguidores, que acompanham em tempo real os passos do tucano. Aos 67 anos, o governador paulista entrou para a turma dos internautas depois dos 60 anos e para a dos "twitteiros" há pouco mais de três meses. Em entrevista exclusiva ao Estado, ele fala do potencial da internet na eleição de 2010 e de sua experiência no mundo virtual.Qual será o papel da internet nas eleições presidenciais de 2010?Nas eleições de 2010, no Brasil, nenhum candidato poderá prescindir da internet na campanha, é evidente, mas a influência será muito menor do que nos Estados Unidos, porque somos muito menos conectados, nossa legislação eleitoral é mais restritiva, nossa campanha é muito mais curta do que a deles, que dura quase dois anos, contando com as primárias para a indicação do candidato do partido. Aqui, legalmente a campanha só começa na segunda metade de julho, e a eleição é em outubro. Qual será o grande desafio das campanhas na web?O grande desafio de campanhas na internet, que a de Barack Obama venceu com louvor, é transportar o ativismo e a militância do mundo virtual para o mundo real, para ações de visibilidade, para as ruas. Tenho dúvidas de que conseguiremos fazer já em 2010 essa passagem.Como foi seu primeiro contato com a internet?Aprendi na marra a usar a internet em 2003, quando passei uma temporada nos Estados Unidos, no Instituto de Estudos Avançados de Princeton, depois de perder as eleições presidenciais em 2002. Fui obrigado a me conectar para conversar com a família, com os amigos, para me manter em dia com as notícias do Brasil e do mundo, para não ficar isolado. Primeiro, aprendi a receber e a mandar e-mail; em seguida, a navegar pelo noticiário. Agora, sou o governador twitteiro e já ganhei até diploma de "especialização em relações twitteiras", do programa CQC, da TV Bandeirantes.Para quais atividades o senhor utiliza a internet?Até 2002, no Ministério da Saúde, costumava mandar bilhetinhos escritos à mão para a equipe, perguntando sobre esse ou aquele programa de governo, tirando dúvidas, cobrando essa ou aquela providência. Escrevia à noite e, de manhã, minhas secretárias recebiam uma caixa de papéis para distribuir. Hoje, envio e-mail para os secretários e assessores. Muito mais rápido e eficiente. Também leio notícias nos principais portais e em alguns blogs, escrevo artigos, discursos. Nunca consegui datilografar artigos. Fazia sempre à mão. Troco e-mails com meus filhos, com os amigos e uso para lazer, navego no YouTube para ver clipes de músicas, procurar trechos de filmes. Resisti muito a entrar, porque sabia que iria me viciar. Fraquejei, entrei e me viciei. O sr. é o político mais popular do Twitter, com mais de 71 mil seguidores. O que tem achado dessa experiência?Fui para o Twitter meio por acaso e por curiosidade. Uso muito a internet. Comecei a ver reportagens sobre o fenômeno do Twitter e as pessoas mais próximas me diziam que eu devia entrar lá. Nem sabia direito o que era, como funcionava, para que servia, quando abri a minha conta. Esta, aliás, foi a primeira dificuldade: descobri que meu nome e quase todas as variações possíveis já estavam registrados no Twitter, com a minha foto e tudo. Eram muitos perfis falsos. Entrei sem fazer alarde, sem contar para ninguém a não ser para o pessoal mais próximo do gabinete. Habituado a escrever artigos e textos mais longos, no início achei que não conseguiria dizer nada em 140 caracteres, que é o limite do Twitter. Aos poucos, estou aprendendo a ser sintético.Como o Twitter tem ajudado o seu trabalho como governador?Eles (internautas) me dão dicas, fazem sugestões, apoiam medidas do governo, elogiam, mas também criticam, cobram, reclamam de coisas que não estão funcionando direito. Repasso para todas as áreas do governo, cobro dos secretários, tiro dúvidas com eles, vejo se as reclamações procedem. Os mais acionados pelos meus seguidores e por mim são o Barradas (secretário da Saúde), o Paulo Renato (secretário da Educação), as áreas de segurança e de transportes. É aí que a internet é fantástica. Poupa tempo, aumenta a eficácia, abre um canal direto entre o governo e o cidadão, para o governante ouvi-lo, prestar contas em tempo real e até para corrigir medidas. Isso para um governante não tem preço. O sr. também faz comentários pessoais...Há o lado lúdico também. Quando disse lá no Twitter que gosto de cinema e de trabalhar ouvindo música, muitos seguidores passaram a me mandar dicas e links de canções, cantores, bandas, trechos de filmes. Também fazem muitas perguntas sobre a minha vida, o governo, o que eu acho disso e daquilo. Claro que não consigo responder tudo e fico até aflito, às vezes, mas sempre dá para conversar um pouco. De que outro jeito isso seria possível? Só no Twitter mesmo.

Furacão acaba com o embalo do São Paulo. O Palmeiras agradece...


Eram nove jogos sem derrota, sete vitórias, dois empates e uma arrancada que garantiu ao São Paulo a presença no G-4 do Brasileirão. Mas tinha um Atlético-PR no meio do caminho. O Furacão acabou com o embalo do Tricolor neste domingo à tarde, na Arena da Baixada, vencendo por 1 a 0, gol de Paulo Baier (assista ao lance no vídeo ao lado). O resultado é comemorado também pelo Palmeiras. O São Paulo, se vencesse, ficaria apenas um ponto atrás do Verdão. Mas com o tropeço, o hexacampeão brasileiro permanece com 36, contra 40 do líder alviverde. Já o Furacão foi a 27 pontos e sobe para o 12º lugar.
O Atlético volta a campo no próximo sábado, às 18h30m (horário de Brasília), para enfrentar o Náutico, em Recife. Já o São Paulo, no domingo, às 16h, no Morumbi, disputa clássico com o Palmeiras.
Furacão aperta, mas Tricolor chega mais pertoO Atlético-PR buscou sufocar o São Paulo desde os primeiros segundos de jogo. Com o atacante Wesley improvisado na ala direita, e o ala esquerdo Márcio Azevedo liberado para atacar, o Furacão chegava com até cinco jogadores. A linha de meio de campo marcava no campo de ataque e dificultava as saídas de bola do Tricolor.Essa pressão, porém, não significou muitos lances de perigo. O Atlético roubava a bola e a mandava em direção de Marcinho ou Wallyson, normalmente em chutões sem muita direção. A torcida do Furacão tentava empurrar, mas vibrava mais nos lances em que Dagoberto era desarmado ou errava algum lance. Revelado pelo Furacão, em 2007 o jogador foi à Justiça contra o clube para conseguir sua liberação. Com isso, caiu em desgraça com a torcida. Foi a primeira vez que Dago voltou à Arena.Aos poucos, o São Paulo foi se impondo e passou a dominar a partida. Tanto que os lances de maior perigo na etapa inicial foram tricolores. Aos 19, Washington completou de cabeça uma cobrança de escanteio da esquerda, executada por Jorge Wagner. Márcio Azevedo evitou o gol tirando de cabeça.Depois, aos 37, Washington recebeu lançamento na área e escorou de cabeça para Dagoberto. Quando o atacante arremataria para o gol, Fransérgio apareceu por trás e mandou a bola para escanteio.Paulo Baier garante sozinhoO segundo tempo começou como o primeiro: o Atlético em cima, sufocando o São Paulo. A diferença é que, dessa vez, o time de Curitiba passou a tocar melhor a bola, envolvendo a defesa adversária, em vez de insistir em chutões. Com isso, as chances começaram a aparecer logo. Aos 5 minutos, Paulo Baier fez jogada individual pela direita, chegou à linha de fundo e chutou cruzado. Nenhum atleticano apareceu para empurrar a bola para o gol. O Furacão ainda ameaçaria aos 12, com Wallyson, que recebeu passe de Baier pelo meio e chutou cruzado para a defesa de Rogério Ceni. O São Paulo, aos poucos, foi saindo dessa pressão, mas não conseguia chegar à área adversária, como aconteceu no primeiro tempo. A equipe tricolor até teve o domínio da bola de bola em alguns momentos, mas tinha dificuldades para acertar passes. Por isso, o goleiro Gallato só apareceu aos 29 minutos, quando Jorge Wagner acertou boa cabeçada após cruzamento de Jean. O arqueiro do Furacão espalmou.O Furacão, mesmo sem muita inspiração, ainda era melhor em campo e acabou chegando ao gol aos 41 minutos. Paulo Baier arrancou pelo meio, sem ser incomodado, abriu na ponta direita para Gabriel e correu para a área para completar, de cabeça, a jogada que ele iniciou. Rogério Ceni nem fez menção de ir na bola.

Fãs e amigos comentam sumiço do compositor Belchior

Um mistério na MPB: o que terá acontecido com Belchior, compositor e intérprete que estourou nos anos 70, foi gravado por grandes nomes como Roberto Carlos e Elis Regina e nunca deixou de receber convites para shows em todo o Brasil? A única coisa que se sabe é que ele sumiu do mapa.

“Tem gente que diz que ele está na Holanda, tem gente que diz que ele está em São Paulo”, conta o fã Luiz do Monte. “Eu procurei alguns empresários que eu sei que trabalhavam com ele. Eles disseram que nunca mais fizeram show com ele, porque não o encontram”, diz o ex-sócio e parceiro Jorge Mello.

Ao todo, são 35 anos de carreira, cerca de 50 discos lançados e uma intensa agenda de shows. Uma obra que é tema até de estudos acadêmicos. “Em 287 páginas, eu analiso toda a obra do Belchior”, afirma a professora Josy Teixeira, da Universidade Estadual do Ceará.

Canções que ele criou viraram clássicos, gravados por nomes como Roberto Carlos e Elis Regina e também pelas novas gerações, como Los Hermanos. “As músicas dele era bem avançadas. Nós é que estávamos atrasados, e ele tava sempre na frente”, ressalta o produtor Antônio Mendes Foguete.

De repente, amigos, parceiros e a família perguntam: onde está Belchior? “Para a família, ele está sumido desde 2007, há dois anos”, afirma Leonardo Scatolini, advogado da ex-mulher de Belchior.

Produtor de Belchior durante 15 anos, Jackson Martins diz que chegou a conversar com ele sobre uma mudança de vida: “ele falou que ia dar uma incerta, que ia mudar a vida dele”. Em um vídeo, Belchior é flagrado cantando em abril deste ano, em Brasília. Ele apareceu de surpresa em um show de Tom Zé. E o público vibrou.

O Fantástico, então, começou a procurar o compositor sumido. A primeira tentativa foi o também compositor Renato Texeira. Ele afirma que não tem notícias de Belchior e acha estranho o sumiço.

O produtor que quer agendar shows para Belchior também não tem pistas. “Não existe notícia. Diariamente, eu ligo atrás dele”, conta Georges Jean.

O Fantástico procurou Belchior por telefone, sem sucesso. Os números mudaram.

“Quando foi um dia, alguns empresários me ligaram falando que queriam fazer um show do Belchior. Eu disse: ‘não sei, não tenho ideia’. Falei para ligarem para os telefones, mas ninguém atende. Eu tentei, e realmente ninguém atendia”, revela Jorge Mello, parceiro e ex-sócio do compositor.

Belchior também é pintor. O fantástico localizou, em São Paulo, o imóvel alugado que ele usava como ateliê. A correspondência se acumula na caixa de correio. Nem sinal do artista.

Descobrimos também o hotel em que ele morou e onde viveu por pouco mais de um ano. Belchior saiu deixando tudo para trás, inclusive um carro Mercedes Benz no estacionamento ao lado.

“Eu convivi com ele de 2006 até 2008, até o dia do sumiço dele, quando nunca mais eu tive notícia. O carro ficou, porque ele tinha dois veículos”, conta o sócio do estacionamento, Miguel dos Santos.

Para aumentar o mistério, em outubro do ano passado, outro carro de Belchior foi abandonado no estacionamento do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e continua lá até hoje. São quase R$ 18 mil em dívidas. Telegramas enviados pela administração do estacionamento foram devolvidos pelos correios.

Em Fortaleza, uma das irmãs do compositor, Ângela Belchior, diz que teve um último contato com ele há três anos. “Eu acredito que ele está fazendo um presente maravilhoso pra trazer para todos os fãs”, aposta.

3 perguntas
Um primo de Belchior, Ednardo Nunes, que mora em Campinas, começa a desvendar o mistério. Na primeira pergunta, se Belchior estaria ou não no Brasil, ele diz: “sendo um artista do mundo, Belchior naturalmente bate perna por aí, porém a parada dele é realmente São Paulo e Brasil”.

Pai de um casal filhos, separado da mulher, Belchior teria tido problemas familiares? “Belchior é um homem ligadíssimo à família. É um homem de um coração maravilhoso”, ressalta o primo do compositor.

Belchior estaria descontente com a carreira musical, por não ser tão valorizada quanto mereceria?

“Artistas no nível dele têm um melhor aproveitamento para com a questão dos shows, a questão dos eventos. Então, eu acho que isso faz parte de uma revolução que ele possa querer dar na carreira dele”, aposta.

Por que abandonou o hotel e o ateliê? “É uma questão mesmo que ele mudou o roteiro do cotidiano dele, isso sim, porém não é abandono”, diz Ednardo Nunes.

O que dizer, então, dos carros e das dívidas? “Belchior é uma pessoa organizada, com as suas coisas. Então, que seja carro, livro, quadro, que seja a própria situação de não estar no palco, isso faz parte provavelmente do projeto dele, do qual nós estamos curiosos para saber”, declara o primo de Belchior.

A dúvida que todo mundo tem: Belchior vai voltar? “Eu quero acreditar que nós vamos ter uma surpresa muito em breve.”

“Acho que é o que todo mundo está querendo”, comenta Josy Teixeira.

Por ora, a única pessoa que pode esclarecer tantas dúvidas, o próprio Belchior, dá como resposta o silêncio e o sumiço.

Congresso do PSOL termina sem candidatura de Heloísa Helena

A candidatura da senadora Marina Silva à Presidência da República nem bem saiu do terreno das hipóteses e já faz vítimas onde menos se esperava: no PSOL. Ontem, após três dias de debates em São Paulo, o 2º Congresso da agremiação foi encerrado sem conseguir convencer Heloísa Helena a se lançar candidata.
A maioria dos 372 delegados nacionais defende que o partido apresente candidatura própria à sucessão do presidente Lula. O nome do candidato, entretanto, só deverá sair dentro de dois meses, quando ocorrerá uma convenção eleitoral.
"Eu não aceito ser obrigada a não respeitar Marina Silva nas minhas declarações públicas. Isso gera um dissenso partidário. O partido deve construir o seu programa, apresentar as alternativas concretas para o Brasil e só então discutir qual o melhor quadro partidário para representar esse projeto", disse Heloísa à saída do congresso.
"Eu tenho a dizer que Marina Silva é uma das mais valorosas militantes que a esquerda já produziu. E eu não vou aceitar que queiram me proibir de dar essas declarações públicas." A declaração de Heloísa choca-se com o deliberado pelos delegados do PSOL, para os quais a possível candidatura de Marina "não representa a esquerda socialista e democrática".
O descontentamento de Heloísa com o PSOL já era evidente no início dos debates (ela chegou a denunciar que estaria sendo vítima de uma campanha de calúnias pela internet, movida por seus "camaradas"). Ficou pior. O último ponto da pauta do congresso, a eleição da direção, terminou com a derrota da chapa apoiada por ela e encabeçada pela deputada Luciana Genro (PSOL-RS). Venceu a chapa liderada pelo deputado federal Ivan Valente (SP), que teve o apoio do deputado estadual Raul Marcelo (SP) e do senador José Nery (PA).
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Se o grupo de Luciana tinha como prioridade absoluta o discurso anti-corrupção, o grupo de Valente pretende retomar o programa de esquerda do partido, em que se incluem a crítica ao sistema financeiro e a luta pela reforma agrária. "Vamos além porque para ser contra a corrupção não é necessário ser de esquerda", disse Valente.
Heloísa não esconde que tem entre as possibilidades a serem analisadas a candidatura ao Senado por Alagoas. Nesse caso, uma hipótese é lançar o advogado Plínio de Arruda Sampaio à Presidência da República.

Tião Viana omitiu patrimônio quando concorreu ao Senado

O senador petista Tião Viana, do Acre, que disputou com José Sarney a presidência do Senado, em 2008, ocultou patrimônio da Justiça Eleitoral, informa reportagem de Elvira Lobato, publicada nesta segunda-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal ou do UOL).
Conforme a reportagem, em sua campanha para senador, em 2006, Viana não declarou um terreno que comprara dois anos antes no melhor condomínio residencial de Rio Branco, cujo valor foi registrado em R$ 30 mil; e no qual construiu uma casa, concluída em maio de 2007, que foi avaliada, pela prefeitura, em R$ 600 mil.
Senadores apresentam nota pedindo para Sarney se afastar do SenadoLíder do governo no Senado diz que briga política não pode virar briga de rua
A assessoria do senador Tião Viana alegou que o terreno não foi declarado à Justiça Eleitoral porque pertencia à mulher dele, Marlúcia Cândida Viana. Mas, como o senador é casado em regime de comunhão total de bens, o imóvel pertence aos dois, segundo tributaristas ouvidos pela Folha.
José Sarney (PMDB-AP) não informou à Justiça Eleitoral a casa onde mora, em Brasília, avaliada em R$ 4 milhões, e atribuiu a omissão, primeiro, a um erro de seu contador e, depois, a mero "esquecimento".
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, a legislação eleitoral não prevê punição para candidatos flagrados nesta situação. O artigo 11 da lei 9.504 (que define as normas para as eleições), apenas lista, entre os requisitos para o registros das candidaturas, a necessidade de apresentação de declaração de bens assinada pelo candidato.

RESULTADOS DAS PARTIDAS VÁLIDAS PELA 4ª RODADA DO CAMPEONATO

DATA
HORÁRIO
JOGO
LOCAL
23/08
15:00
Xique-Xique
3x0
Várzea da Roça
Xique-Xique
23/08
15:00
Ipirá
0x2
Riachão do Jacuípe
Ipirá
23/08
15:00
Santaluz
2x1
Amélia Rodrigues
Santaluz
23/08
15:00
Feira de Santana
0x3
Serrinha
Feira de Santana
23/08
15:00
São S. do Passé
2x1
Crisópolis
São S. do Passé
23/08
15:00
Rio Real
2x0
Pojuca
Rio Real
23/08
15:00
Saubara
3x2
Simões Filho
Saubara
23/08
15:00
São F. do Conde
1x1
Santo Amaro
São F. do Conde
23/08
15:00
Conc. da Feira
2x0
Gov. Mangabeira
Conc. da Feira
23/08
15:00
Muritiba
0x2
Cachoeira
São Félix
23/08
15:00
Amargosa
1x2
Sapeaçu
Amargosa
23/08
15:00
Castro Alves
2x1
Sto. A. de Jesus
Castro Alves
23/08
15:00
Laje
2x2
Camamú
Laje
23/08
15:00
Ituberá
1x3
Valença
Ituberá
23/08
15:00
Uruçuca
1x0
Ubaitaba
Uruçuca
23/08
15:00
Ipiaú
2x1
Itagibá
Ipiaú
23/08
15:00
Itororó
2x0
Ibicaraí
Itororó
23/08
15:00
Coarací
2x2
Itabuna
Coarací
23/08
15:00
Itambé
1x1
Firmino Alves
Itambé
23/08
15:00
Planalto
2x2
Itapetinga
Planalto
23/08
15:00
Jequié
3x0
Itiruçu
Jequié
23/08
15:00
Jitaúna
1x0
Iramaia
Jitaúna
23/08
15:00
R. de Santana
3x1
Paratinga
R. de Santana
23/08
15:00
Canavieiras
0x2
Camacan
Canavieiras
23/08
15:00
Pau Brasil
3x1
Ilhéus
Pau Brasil
23/08
15:00
Itamarajú
1x2
Porto Seguro
Itamarajú
23/08
15:00
Prado
4x3
Belmonte
Belmonte



























DATA
HORÁRIO
JOGO
LOCAL
23/08
15:00
Xique-Xique
3x0
Várzea da Roça
Xique-Xique
23/08
15:00
Ipirá
0x2
Riachão do Jacuípe
Ipirá
23/08
15:00
Santaluz
2x1
Amélia Rodrigues
Santaluz
23/08
15:00
Feira de Santana
0x3
Serrinha
Feira de Santana
23/08
15:00
São S. do Passé
2x1
Crisópolis
São S. do Passé
23/08
15:00
Rio Real
2x0
Pojuca
Rio Real
23/08
15:00
Saubara
3x2
Simões Filho
Saubara
23/08
15:00
São F. do Conde
1x1
Santo Amaro
São F. do Conde
23/08
15:00
Conc. da Feira
2x0
Gov. Mangabeira
Conc. da Feira
23/08
15:00
Muritiba
0x2
Cachoeira
São Félix
23/08
15:00
Amargosa
1x2
Sapeaçu
Amargosa
23/08
15:00
Castro Alves
2x1
Sto. A. de Jesus
Castro Alves
23/08
15:00
Laje
2x2
Camamú
Laje
23/08
15:00
Ituberá
1x3
Valença
Ituberá
23/08
15:00
Uruçuca
1x0
Ubaitaba
Uruçuca
23/08
15:00
Ipiaú
2x1
Itagibá
Ipiaú
23/08
15:00
Itororó
2x0
Ibicaraí
Itororó
23/08
15:00
Coarací
2x2
Itabuna
Coarací
23/08
15:00
Itambé
1x1
Firmino Alves
Itambé
23/08
15:00
Planalto
2x2
Itapetinga
Planalto
23/08
15:00
Jequié
3x0
Itiruçu
Jequié
23/08
15:00
Jitaúna
1x0
Iramaia
Jitaúna
23/08
15:00
R. de Santana
3x1
Paratinga
R. de Santana
23/08
15:00
Canavieiras
0x2
Camacan
Canavieiras
23/08
15:00
Pau Brasil
3x1
Ilhéus
Pau Brasil
23/08
15:00
Itamarajú
1x2
Porto Seguro
Itamarajú
23/08
15:00
Prado
4x3
Belmonte
Belmonte



widgeo

Oposição diz que vai barrar a nova CPMF no Congresso


Líderes de partidos da oposição afirmaram que são contrários à criação da nova CPMF, batizada de CSS (Contribuição Social para a Saúde), e farão de tudo para barrá-la no Congresso. A proposta começa a ser rediscutida na Câmara, mas, para o DEM e o PSDB, ela é apenas uma forma de o go-verno colocar dinheiro em caixa em um momento de queda da arrecadação de tributos. Defendida pelo ministro José Gomes Temporão (Saúde) e com o apoio do PMDB e do PT, a nova CPMF teria alíquota de 0,1% sobre as movimentações financeiras e seria direcionada para a saúde. "Não só sou contra como vamos fazer uma grande movimentação para barrar isso, disse o líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO). "Não temos segurança de que o dinheiro vai todo para a saúde. Esse é um jogo para empurrar para o Parlamento o ônus de criar um novo imposto, completou o líder do PSDB na Câmara, deputado José Aníbal (SP). O ministério estima arrecadar com a CSS cerca de R$ 10 bilhões por ano, dinheiro que seria destinado apenas para a União. Para tentar convencer oposicionistas, o governo já fala, no entanto, na possibilidade de dividir a arrecadação com os Estados e os municípios. A proposta de recriação da CPMF foi incluída pela Câmara no projeto que regulamenta a emenda constitucional 29, destinando mais recursos para a saúde. Para Januário Montone, secretário municipal da Saúde de São Paulo, o setor realmente precisa de mais dinheiro, mas não é adequado juntar as duas coisas [regulamentação da emenda com a CSS]. Dados do ministério mostram que toda a regulamentação da emenda 29 destinará à área mais R$ 15 bilhões por ano. O Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde tem reunião marcada para o próximo dia 25, em Brasília, para discutir o assunto. Já o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que levará o tema para a próxima reunião de líderes e colocará o assunto na pauta se for a vontade da maioria. Entidades A recriação da CPMF também foi criticada por entidades de classe. A Fecomercio SP (Federação do Comércio de São Paulo) vê na CSS uma "artimanha" do governo para aumentar a arrecadação. "Com a redução da taxa Selic, o governo tem uma sobra de recursos que, em vez de pagar os juros, podem ser usados na saúde", disse o economista da Fecomercio Guilherme Dietze. Segundo ele, a entidade vai entregar ao governo e ao Congresso na semana que vem um documento expressando sua oposição à medida.

Lucimara Parisi quer voltar à TV

Diretora de alguns quadros do "Domingão do Faustão, Lucimara Parisi está insatisfeita com seu afastamento da televisão desde abril. Sem destino na emissora --um novo quadro que lhe foi prometido no "Faustão" até agora não saiu do papel--, ela tem se dedicado a um programa na internet, chamado "Clube da TPM". SBT e Band manifestaram interesse em exibi-lo.
Depende do patrão
O comitê artístico do SBT entregou a Silvio Santos quatro opções de programação para os dias 29 e 30. Em três delas, Eliana, Celso Portioli e o próprio Silvio seguem com seus programas aos domingos. Na outra, "Domingo Legal" vira "Sábado Legal".
Comidinha
Adriane Galisteu escalou Vanderlei Luxemburgo como primeiro convidado do novo quadro do "Toda Sexta", da Band, "Janta Comigo".
Are baba
Mais uma vez a pequena Karina Ferrari, a Anusha de "Caminhos das Índias", roubou a cena. Vestida como a Lady Kate, do "Zorra Total", a menina foi o centro das atenções de uma festa da produção da novela das oito da Globo.
Fio dental
A produção de "A Fazenda" tentou fazer um vídeo com os roceiros escovando os dentes. Mas não encontrou nenhuma imagem da atriz Luciele Di Camargo nessa situação.
Parceria antiga
Rodrigo Carelli, diretor de "A Fazenda", foi também diretor do DVD que a cantora Danni Carlos lançou em 2005.
Paródia
Zezé Di Camargo e Luciano vão gravar uma paródia do filme "2 Filhos de Francisco" para o "Casseta & Planeta".