Pastor da Assembleia de Deus de Ilhéus sofre perseguição, afirma filha


“Meu pai, pastor há mais de 25 anos na Igreja Assembleia de Deus de Ilhéus, com serviço prestado, possui boa índole, honesto, transparente, faz o trabalho do Senhor com muito amor, conduta baseada em princípios éticos, nunca passou por situação constrangedora, prova disso é o relato dos irmãos das igrejas Assembleias de Deus por onde passamos. Hoje, estamos no Campo de Banco da Vitória, localizado em Ilhéus, é sobre isso que eu quero falar. Em 30 de Outubro de 2011, meu pai foi empossado Pastor do Campo de Banco da Vitória, campo este recém emancipado do Campo de Ilhéus, com 7 congregações quase vazias, a maioria 5 ou 6 crentes (Congregações essas desprezadas pelos obreiros do Campo de Ilhéus que não queriam ir lá, por ser distrito de difícil acesso, por isso foram agregadas ao Campo de Banco da Vitória), todas precisando de reformas, pouquíssimos obreiros garantem assistência, a renda de todo campo somava em torno de 3 mil reais. Pior campo financeiramente falando, em comparação aos demais, que foram emancipados na mesma época. Todos os campos foram emancipados sem limites territoriais, pois não haviam perspectivas de crescimento e desenvolvimento populacional. Porém, os planos de Deus foram outros, o Governo Federal tinham projetos para essas áreas desertas, em 2012 foram entregues as casas do Conjunto Habitacional Minha Casa Minha Vida, Morada do Porto (endereço pertencente ao bairro Banco da Vitória), foi prestada toda assistência religiosa e social, porém os obreiros do Campo de Ilhéus acharam que a área pertencia a eles, onde permanecem até hoje disputando território. Sofremos muitas perseguições, após isso, meu pai foi diagnosticado com Hipertensão e minha mãe se encontra doente até hoje. Atualmente, foi inaugurado outro Conjunto Habitacional Sol e Mar em uma localidade que jamais imaginávamos! Próximo ao Couto (Congregação que pertence ao nosso Campo), nosso obreiro foi o primeiro a iniciar os trabalhos. Há uns dias atrás, meu pai foi surpreendido, convocado para uma conversa onde foi covardemente ameaçado e intimidado por um “Pastor” que se acha semi-Deus (acima de tudo e de todos, o dono da verdade absoluta), falou que, caso não parasse com os cultos no Residencial Sol e Mar, seria levado ao conselho de ética, e a depender da decisão deles, poderia até perder o campo. Pasmem! Isso mesmo que ele ouviu. Quero saber qual código de ética meu pai infringiu? Esse Conselho de Ética realmente funciona? Pois quando meu pai precisou no caso anterior que eles invadiram nosso Campo não funcionou! A inércia prevaleceu, afinal iriam prejudicar um Pastor grande (R$) por causa de um pr. Pequeno?! Claro que não. É assim que os pastores pequenos (campos que rendem pouco) são tratados, primeiro são maltratados, depois humilhados e pisoteados, só servem como escada, para os grande$$$ permanecerem no poder! A desigualdade econômica, infelizmente acontece em nosso meio. A Mesa Diretora da Convenção decidiu que quem emancipa é quem delimita, mesmo APÓS 8 anos de emancipação. Mas por que após esse tempo todo estão requerendo esse direito? É realmente a preocupação com as almas?! Porque esse dito PR. fechou várias congregações porque pagavam aluguel. Sem falar que, existem vários locais para o Campo de Ilhéus explorar, não há necessidade de impedir a bênção de um humilde campo em desenvolvimento e que se preocupa com as almas. Nosso alvo é o céu. Meus pais estão profundamente tristes e abatidos, minha mãe vai ser acompanhada por psicologo A despesa vai para quem? Convenção ou Assembleia de Deus de Ilhéus? Eu e meus irmãos (Esdras e Ezequiel) estamos decepcionado, revoltados e indignados com a decisão da convenção, pois decidiram sem equidade e imparcialidade Repudiamos essa atitude convencional dos “companheiros”. Está na hora da mudança, os pequenos também são filhos de deus, somos maioria, vamos nos mobilizar!”
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