Justiça nega indenização a idosa por cartomante não trazer marido de volta


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou pedido de indenização por danos morais feito por uma aposentada de Ipatinga, no Vale do Aço, a uma cartomante que não teria cumprido um acordo de trazer o marido da idosa de volta para casa. Em depoimento à Justiça, a autora da ação chegou a afirmar que seu esposo retornou, mas que deixou de corresponder com as expectativas do relacionamento. A decisão é de segunda instância e foi anunciada na terça-feira, 2. A cartomante contratada, Iracema Saditi, conhecida como Iracema de Iemanjá, afirma que seu trabalho foi muito bem feito. "Tanto que em três dias a pessoa estava de volta", diz. O episódio ocorreu em 2010. A ação foi ajuizada em 2012, já depois do retorno do marido, ainda que fora do que a aposentada entendia como ideal. Segundo o TJMG, a aposentada afirmou em depoimento que, na primeira consulta feita a Iracema de Iemanjá, a leitura de baralho mostrou que o marido não voltaria. A cartomante, então, ofereceu seus serviços para fazer com que o casal se reconciliasse. O acordo foi feito mas, não satisfeita com o resultado, a aposentada pediu indenização por danos morais, "em valor a ser definido pelo julgador, e compensação de R$ 6.300 pelos danos materiais, pois ela ficou endividada por ter feito empréstimos para pagar o trabalho", conforme consta no processo.
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