A fúria do profeta


Não foi pequeno o susto com que assistimos, ao vivo e a cores, ao gesto do ministro Napoleão Maia Filho explicando a forma de decepar a cabeça dos infiéis, segundo a Sharia (Lei Islâmica). Seu gesto externava inconformismo com algumas matérias jornalísticas a seu respeito. Aliás, não precisava ele explicitar de forma tão chocante sobre o modo islamita de ser, pois a televisão nos últimos anos apresentou cenas dantescas de milhares de prisioneiros do Estado Islâmico tendo a cabeça decepada.
A religião islâmica trabalha com duas metas. A primeira, como é comum, é buscar adeptos para se tornar majoritária em todos os países e, consequentemente, em todo o mundo. A segunda é implantar a Lei da Sharia, ou seja, a imposição a todos do rigoroso cumprimento das leis e costumes islâmicos, que pune com a morte aos que deles se desviam. Tal punição não se constitui um extremismo por parte de alguns exacerbados, pelo contrário, assim determinou o profeta Maomé em seu leito de morte, como derradeiro desejo, a sura 9 do Alcorão: “infiéis devem converter-se ao Islã, pagar o zakat (imposto por ter professado outra fé) ou então sentir o frio da lâmina da cimitarra em sua garganta”.
Pior: estamos classificando como terrorismo as mortes de inocentes que o Islã pratica em escalada.
Marx também estabeleceu um desiderato comunista na mesma linha de crueldade quando pregou a ditadura do proletariado e a extinção da burguesia, o que levou seus adeptos a produzirem 100 milhões de inocentes cadáveres num curto espaço de tempo.
Dessa forma, é preciso deixar claro que não existem comunistas e islâmicos extremistas. Eles são o que são. Ou seja, cumpridores das ordens de seus profetas inspiradores. E, a não ser que as sociedades ocidentais, liberais e cristãs criem coragem e impeçam tão perigosa propagação, estaremos todos em breve ao alcance dessas graves ameaças.
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