General diz que não há prazo para forças armadas deixarem a Rocinha


O general Mauro Sinot, coordenador das operações das Forças Armadas no Rio de Janeiro, afirmou na manhã deste sábado (23) que não há prazo para que os 950 homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica deixem a favela da Rocinha. Ações nesta madrugada resultaram na prisão de cinco pessoas e na apreensão de 17 armas, sendo 16 fuzis, e 12 granadas. "Os resultados desta madrugada mostram que estamos no caminho certo", comentou o general. As Forças Armadas chegaram ao Rio de Janeiro nesta sexta-feira (22) após intensas trocas de tiros serem registradas ao longo da última semana em diferentes favelas da cidade, em especial na Rocinha. As sucessivas trocas de tiros seriam motivadas por confrontos entre quadrilhas pelo controle do tráfico de drogas na região. O secretário de Segurança do Rio de Janeiro, Roberto Sá, avalia que o resultado das ações das Forças Armadas até o momento é positivo e disse que quer "prisões sem confrontos".
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