Composto reduz toxinas ligadas a Alzheimer em células cerebrais


Um composto experimental desenvolvido por cientistas Universidade de Washington (Estados Unidos) foi capaz de reduzir a produção de uma toxina ligada à doença de Alzheimer em células cerebrais produzidas em laboratório. De acordo com os autores da pesquisa, os resultados abrem caminho para uma nova abordagem para terapias e até mesmo prevenção contra o Alzheimer. O novo estudo foi publicado nesta quinta-feira (1º), na revista científica Cell Reports. Os pesquisadores utilizaram células-tronco para produzir células cerebrais humanas e, assim, estudar in vitro as propriedades do novo composto. De acordo com os autores, a doença de Alzheimer é um tipo de demência causada por danos ou pela destruição de células do cérebro. O tecido cerebral de pessoas com a doença apresenta uma aglomeração de dois tipos de proteínas: a beta amiloide - que se acumula do lado de fora das células cerebrais - e a proteína Tau, dentro das células. Segundo os cientistas, essas duas proteínas tóxicas causam a morte das células do cérebro que é observada nos pacientes de Alzheimer.
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