Quebra de sigilo telefônico pode ligar PCC a atentado contra Bolsonaro, diz coluna




A quebra do sigilo telefônico da namorada do sócio de um dos advogados de Adélio Bispo é uma das peças que faltam para que a Polícia Federal (PF) conclua a investigação sobre a eventual participação do Primeiro Comando da Capital (PCC) no atentado contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ).

Segundo informações do blog de Lauro Jardim, do jornal O Globo, informes recebidos pela PF, Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Inteligência do Exército indicam que a facção criminosa está por trás do ataque (saiba mais aqui).



Bolsonaro foi esfaqueado no dia 6 de setembro durante carreata de campanha em Juiz de Fora, em Minas Gerais. Com isso, o candidato à Presidência da República passou 22 dias internado em São Paulo e passou por alguns procedimentos cirúrgicos (saiba mais aqui).



Um primeiro inquérito da PF apontou que Adélio teria agido sozinho e por motivação política (veja aqui).


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