Entenda o Uso Do WhatsApp Nas Eleições e Repercussão Do Caso.



Em uma série de reportagens desde outubro do ano passado, o jornal Folha de S.Paulo revelou a contratação durante a campanha eleitoral de empresas de marketing que faziam envios maciços de mensagens políticas, usando de forma fraudulenta CPFs de idosos e até contratando agências estrangeiras.


A primeira reportagem mostrou que empresas estavam interferindo nas eleições de 2018 ao comprar pacotes de disparos de mensagens contra o PT no WhatsApp. A disseminação funciona por meio do disparo a números de celulares obtidos por agências.

Entre as táticas, havia o uso de números de telefones estrangeiros para barrar limites impostos pelo aplicativo. 

Agora, pela primeira vez, o WhatsApp admite que houve uso de envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas, nas eleições do ano passado. A empresa reconhece que o uso do aplicativo pode influenciar o resultado de eleições.

O TSE veda o uso de ferramentas de automatização, como os softwares de disparo em massa. Além disso, empresários contrataram disparos a favor e contra candidatos, sem declarar esses gastos à Justiça Eleitoral, o que configura o crime de caixa dois.

Abaixo, veja o que já aconteceu desde que o caso foi revelado.
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