Ministério Público cumpre mandados de prisão em caso Marielle no Rio



Na manhã desta terça-feira (30), o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Rio (MPRJ) a Polícia Civil cumprem cinco mandados de prisão em operação que apura o assassinato da vereadora e ativista de direitos humanos Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes.


Os agentes cumprem os mandados em endereços nos bairros do Leblon, Barra da Tijuca e na favela Jorge Turco, onde seria a localização do suposto 'escritório do crime', grupo de milicianos que seriam matadores de aluguel.

Além dos mandados de prisão, estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão na operação chamada Tânatos.

“A organização possui estrutura ordenada e voltada, sobretudo, para o planejamento e execução de homicídios encomendados mediante pagamento em dinheiro ou outra vantagem”, diz a nota do MPRJ.

Marielle e Anderson foram mortos a tiros na noite de 14 de março de 2018, quando deixavam um evento político no centro do Rio de Janeiro.

O ex-sargento da polícia Ronnie Lessa e o ex-agente Elcio Vieira de Queiroz estão preso sob a acusação de executar o crime. Porém a polícia ainda investiga quem teria encomendado o crime.

No começo deste mês, o bombeiro Maxwell Corrêa foi preso acusado de ter ajudado a atrapalhar as investigações, retirando armas de um apartamento de Ronnie Lessa e, depois, jogando-as no mar. Entre elas, estaria a submetralhadora usada no crime.
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